sexta-feira, 21 de março de 2014

A CIÊNCIA E SUA TEMÁTICA NAS ESCOLAS




RESUMO
O estudo das ciências e fundamental nas disciplinas curriculares, no entanto a um parâmetro para ser seguido um direcionamento para as escolas e professores uma maneira mais propicias para os educadores procederem com a sua disciplina em questão em relação aos conteúdos conceituais a uma forma mais fácil de passar o saber as interações entre os fenômenos e diferentes aspectos de cultura, o corpo humano e ideal trabalhar com o aluno para entenderem a si próprio e os fatos ao seu redor.

Palavras-Chave: Ciências; Reflexão; Escolas.


1INTRODUCÃO

 Os Parâmetros Currículo busca uma formação abrangente e não técnica visando uma proposta curricular com criticas, sugestões com diversas possibilidades de melhorias para os professores para ter um melhor atendimento com os alunos do das series iniciais e do ensino superior em todas as suas peculiaridades diferenças foi constatado isso através de informações de outros paises e pesquisas realizadas em sala de aula com encontros difundidos de seminários e publicações.
            Por essas razões que se estuda Geografia, Ciências, Historia, Português, física e tantos outras disciplinas que não citei todas elas seguem uma linha de raciocínio um parâmetro que indica por onde deve ser seguido como por exemplo a disciplina de ciências segundo os parâmetros ela pode ser ministrada desde a primeira infância introduzindo hábitos de higiene, partes do corpo ate mesmo sexualidade entre outras.
 “A ciência e a tecnologia fazem parte do nosso dia-a-dia. O avanço tecnológico presente em nosso cotidiano nos traz a promessa de conforto, segurança, qualidade de vida e poder entre outros”. (De Luca, 2007, p.3).
Em uma época em que a uma grande transformação em massa de se criar e utilizar novas tecnologias a perspectiva de vida muda a cada minuto o mercado de trabalho gera instabilidade por isso a importância do estudo de ciências nas escolas serve para contextualizar o estudante neste mundo tão inconstante para não ficarem alheios aos acontecimentos a doenças não apenas as sexualmente transmissíveis, mas outras que aumentam de acordo com as descobertas tecnológicas esses fatores citados estão nos PCN’S indicando o quê trabalhar os assuntos a trabalhar e algumas dicas de como trabalhar sendo que cada disciplina curricular tem seu próprio PCN’S.
          Não e apenas agora que se tem esta preocupação, desde o séc.IV a.C já se preocupam com este campo tão cheio de surpresas neste estudo destacaram-se filósofos importantes como, por exemplo, Platão que defendia que a verdadeiro conhecimento seria aprender a lidar com o mundo das idéias, Aristóteles fez o modelo de universo destacando a terra no centro tendo os outros corpos girando ao seu redor séculos depois surgiu Galileu Galilei com  a ciência moderna juntamente com Isaac Newton desenvolvendo o pensamento positivista fazendo seguidores como Augusto Comte, James Clerk Maxwell, John Joseph Thomson, Ernest Rutherford.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais foram elaborados procurando, de um lado, respeitar diversidades regionais, culturais, políticas existentes no PA`Is, e de outro, considerar as necessidades de construir referências nacionais comuns ao processo educativo em todas as regiões brasileiras. Com isso, pretende-se criar condições, nas escolas, que permitam aos nossos jovens ter acesso ao conjunto de conhecimento socialmente elaborado e reconhecido como necessários ao exercício da cidadania. (Parâmetros Curriculares Nacionais, 1998, p.5).

         Para uma elaboração de um projeto conveniente com a nossa realidade professores necessitam deste apoio que os parâmetros proporcionam abre a discussões, a reflexão sobre as praticas pedagógicas que são ministradas nas escolas do planejamento a analise dos materiais e de recursos tecnológicos utilizados estando os objetivos gerais do ensino fundamental muito explicitado de ética, saúde, meio ambiente, orientação sexual, pluralidade cultural, trabalho e consumo como citei anteriormente tudo se relaciona com a disciplina de ciências ganhando um papel de grande importância em nosso currículo escolar, os professores repassando o conhecimento e motivando os alunos a querer aprender, pois eles com a sua maturidade e impaciência  filosofam sobre o conhecer a ciência não refletem o que significa o valor que tem na sua vida.
Esta consciência foi repensada na promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação  na década de 60 eram ministradas aulas apenas nas ultimas series iniciais do curso Ginasial depois desta Lei foi estendida às aulas em todas as series do ginásio, na década de 70 , após dez anos passou a ser obrigatória as aulas de ciências nas oito series do primeiro grau ainda predominava nesta época o ensino tradicional.
 “A qualidade do curso era definida pela a quantidade de conteúdos trabalhados. O principal recurso de estudo e avaliação era o questionário (...) detendo-se nas idéias apresentadas em aula ou no livro didático escolhido pelo o professor”. ( Parâmetros Curriculares Nacionais, 1998, p.13).
Apenas na década de 80 ficou conhecida como a Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS) adquirindo um lugar de respeito e admiração na área da pedagogia na comunidade escolar.



2CONCLUSÃO

A humanidade busca compreender a ciências desde épocas remotas antes de Cristo, o homem procura explicações de tudo que acontece ao seu redor nomeando elementos, fenômenos da natureza, minerais, vegetais animais enfim todos os seres vivos a ate mesmo os que não possuem vida nunca saciando a sua cede de saber possuindo tudo e tendo o controle em suas mãos e natural e histórico esses instinto do ser humano no entanto resta nos adquirirmos o saber de aceitar nossa condição de sabedor e conhecedor de nossos limites não interferindo em nosso meio ambiente e não destruindo o nosso habita-te natural se e que podemos chamar o mundo de hoje de habitar natural, cabe ao homem consciente e ciente de sua condição discernir estes fatores e propagar para os que vierem à responsabilidade de nossos atos manter o andamento natural  das coisas abordando a disciplina de ciência interrelacionada com as outras matérias buscando a reflexão de sua natureza dinâmica,  histórica e não neutra, as noções do ambiente ou de corpo humano trazendo e ordenando a essência do saber e não a destruição deste ciclo tão perfeito.


3 REFERENCIAS
Metodologia e Conteúdos Básicos de Ciências Naturais / Lucas, Analise Grünfeld de – Associação Educacional Leonardo da Vinci (ASSELVI). – Indaial: Ed. Asselvi, 2007

Disponível em: http://www.uniasselvi.com.br/pcn1998 Acesso em 27 de fevereiro de 2009





CONCEPÇÕES E TENDÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA


RESUMO
 A escola nova e pedagogia tradicional vêm sendo discutidas desde o século XIX, e ainda continuam sendo estudados os conceitos e práticas, é importante o educador conhecer um pouco do seu passado e concepções para que no futuro possa transmitir o conhecimento da maneira mais fácil possível, conhecer quem foi os pioneiros desta explosão de idéias que a educação deveria ser para todos da preocupação em ter igualdade social.

1INTRODUÇÃO

As concepções e tendências pedagógicas são vitais para o professor, pois são por ali que as problemáticas, questões do cotidiano são resolvidas essas teorias servem para nortear suas decisões embasadas nos estudos de pensadores, cabe ao educador escolher com cuidado a melhor prática e avaliar com eficiência e qualidade cada uma delas.
"A pedagogia tradicional não é fruto das idéias de um filósofo ou pensador específico, mas de uma prática que se estende ao longo dos séculos”. ( Danton. p.1 2004)

            Na pedagogia tradicional a educação é vista como um direito de todos, mas dever do estado à escola surge como um antídoto contra a ignorância. Já na escola nova tem uma reforma da pedagogia tradicional passa a incluir os marginalizadas pela a ignorância tentando promover a igualdade social por essas razões o professor deve estar a par dessas tendências que aqui serão debatidas..
"A Escola Nova propõe-se tratar cada um segundo as suas aptidões e os seus interesses. Para resolver este princípio serviu-se dos numerosos testes que a psicologia tem". Assim diz Pereira no site caleidoscópio on line.

2 A DITADURA DA PEDAGOGIA TRADICIOANAL

Pedagogia tradicional segue uma linha de raciocínio onde o professor transmite o conhecimento e o aluno assimila o conhecimento que é transmitido a ele, o ensinamento corresponde numa aprendizagem onde o professor da à matéria e uma tarefa para o aluno fazer, e na próxima aula faz uma recapitulação da aula anterior corrigindo os exercícios, se todos fizerem e não ficar dúvidas se avança à matéria, se houver algum aluno com dificuldades prolonga-se mais o estudo em questão, depois de solucionados os problemas, prossegui-se com a matéria.

Olhando por este angulo a pedagógica tradicional, se torna uma maneira fácil e produtiva para o aluno aprender, mas não é desta forma que é feita na prática o aluno que não consegue aprender acaba sendo vencido pelo o cansaço e humilhação por estar repetindo o ano vendo seus colegas avançar para outras séries, se encontra cada vez com colegas mais novos que ele e seu moral descem por se julgar burro desprovido de inteligência e começa a crer que sua única opção é abandonar a escola, pois o professor só transmite a matéria e não se preocupa em ajudar os alunos com dificuldades em solucionar os problemas dado em aula seja ele em qualquer matéria, por exemplo, matemática, geografia, português e etc...

É uma proposta de educação voltada ao professor a pedagogia tradicional cuja função define-se por vigiar os alunos, aconselhá-los, ensinar a matéria e corrigi-la. A metodologia tem como princípio a transmissão dos conhecimentos através da aula dada, expositiva, numa seqüência predeterminada e fixa, enfatiza a repetição de exercícios com exigências de memorização causando certo desconforto nos alunos e preguiça mental, pois é mais fácil decorar do que aprender por meio de compreensão da matéria.

            Valoriza o uso de conteúdo de livros o professor fala, o aluno ouve e aprende. Não propiciando ao educando um papel ativo na construção dessa aprendizagem, de fora para dentro muitas vezes não leva em consideração o que a criança aprende fora da escola, seus esforços espontâneos, a construção coletiva.

           A figura do professor como detentor do saber é uma função primordial, tornando uma forma cruel de ensinar, as escolas que mentem este modelo tem por principio transmitir conhecimentos disciplinares para a formação geral do aluno, que o levará no futuro a optar por uma profissão valorizada.

          Na grande maioria as escolas que tem essa prática pedagógica se caracterizam pela sobrecarga de informações que são veiculadas aos alunos, a postura da escola se caracteriza como conservadora.


3 IGUALDADE SOCIAL PROPOSTA DE UMA NOVA ESCOLA

A escola nova surgiu em um momento de crescimento industrial o mundo estava em expansão urbana sentiu-se necessidade de preparar o país para acompanhar esse desenvolvimento, para combater a desigualdade social do ensino publico pensou-se nas idéias político-filosóficas de igualdade e direitos de toda a educação chamaram este movimento de Escola Nova, após a divulgação de um documento que defendia a universalização da escola pública gratuita. Entre os seus signatários, como mostra a enciclopédia livre Wikipédia destacavam-se:
·      Anisio Teixeira - futuro mentor de duas universidades no país - a Universidade do Distrito Federal, no Rio de Janeiro, desmembrada pelo Estado Novo de Getúlio Vargas - e a Universidade de Brasília, da qual era reitor, quando do Golpe Militar de 1964. Além dessas realizações, Anísio foi o fundador da Escola Parque, em Salvador (1950), instituição que posteriormente inspiraria o modelo dos Centros Integrados de Educação Pública - CIEPs, no Rio de Janeiro, na década de 1980.
·      Fernando de Azevedo (1894-1974) - que aplicou a Sociologia da Educação e reformou o ensino em São Paulo na década

      O objetivo da escola nova é proporcionar estímulos adquados  para o crescimento do educando visando a parte afetivo e intelectual do aluno,escola nova é um dos nomes dados a um movimento de renovação do ensino que foi  forte na Europa, na América e no Brasil,   "escola ativa" ou "escola progressiva" são termos mais apropriados para descrever esse movimento.       

 
4 CONCLUSÃO


            Embora venha sendo criticada há mais de um século, a pedagogia tradicional está presente em quase todas as salas de aula, a maioria dos colégios e faculdades ainda privilegiam esta forma de ensino os educadores passam avaliações de forma tradicional, o que facilitando processo burocrático interno as instituições educacional ainda vê a sala de aula como o único local de aprendizagem exigindo o cumprimentos de horários na sala.

            Deve-se salientarque embora a escola nova tenha intenções nobres para com o cidadão ainda é pouco usada nos colégios e faculdades apesar de todo o um movimento, a Escola Nova não conseguiu modificar de maneira significativa as redes de ensino e perdeu força sem chegar a alterar o cotidiano escolar.

            Sendo assim, duas formas de ensino tão peculiares talves um dia sigam juntas este caminho nobre que é educar nossas crianças para sim fazer um mundo melhor a onde não a já ignorantes e nem excluidos a classe burguesa soberana aos desprovidos e sim uma única classe social denominada classe do conhecimento.


5 REFERÊNCIA

Mundo cultura
http://www.mundocultural.com.br/index.asp?url=http://www.mundocultural.com.br/artigos/Colunista.asp?artigo=721 Acesso em: 14 de jan/2009
Tendências pedagogicas
http://site2.caleidoscopio.online.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=550&Itemid=48 acesso em: 14 de jan/2009

Escola nova conheça uma nova escola

http://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_Nova ACESSO EM:13/01/2009            

A EDUCAÇÃO DE ESTATÍSTICA NAS ESCOLAS



RESUMO
A estatística no cotidiano escolar está presente em muitos momentos, quando se avalia um aluno, quando fazemos relação de alunos desistentes, assíduos, repetentes, em fim se tomar decisões, a estatística vai muito além de números formulas e ou regra de três ela se mantém presente no cotidiano escolar desde a primeira infância até a fase adulta tornando-se cidadãos críticos, informados, podendo entender a demanda e crise do mundo para tomar decisões com base nas respostas obtidas com a estatística.
Palavras-chave: Estatística; Alunos; Escolas.

1 INTRODUÇÃO
A estatística se apresenta com diversas formas apenas não nos damos conta o quanto é importante, na educação infantil utilizamos a estatística quando fazemos a chamada escolar fazemos a contagem de quantas crianças veio à aula quantas faltaram coletamos dados importantes para a escola, nas brincadeiras trabalhamos estatística de uma forma lúdica fácil e simples nos jogos onde a proposta é classificar cores, tamanho, forma a criança classifica fazendo uma média através da amostra de cada peça de jogo chegando a um resultado. Além de estimular o raciocínio lógico estabelece interação com o mundo de faz de conta.
Outro exemplo é nas atividades de classificação onde o aluno tem que pintar os três peixinhos o médio o grande e o pequeno, As cores são: azul, amarelo e vermelho realiza com tanta destreza e atenção que mal conseguimos acreditar que foi feito por crianças de 3 a 4 anos de idade.
“Seguindo este raciocínio e certo dizer que a estatística apesar de não ser abordada nas escolas de forma correta e aceitável traz contribuições positivas no desenvolvimento lógico matemático e percepção do mundo a sua volta”.  (O AUTOR).
“Numa sociedade onde a informação faz cada vez mais parte do dia-a-dia da maioria das crianças, onde grandes quantidades de dados fazem parte da realidade quotidiana das sociedades ocidentais, importa que as crianças, desde logo, consigam coligir, organizar, descrever dados de forma a saberem interpretá-las e, com base nelas, tomarem decisões”. (CARVALHO, 2001, PP. 29-30).
Nunca se pensou estatística de formas tão peculiar como se pensa hoje com tantas tecnologias e o mundo tão expostos como anda nos últimos tempos e as crianças desbravando o conhecimento cada vez mais cedo com tão pouca maturidade para isso a orientação de qualificar, classificar, tomar decisões é essencial estar presente nas escolas, ou melhor, nas salas de aula, desde a primeira infância, pois partindo dos primeiros anos que a criança entra no processo de aquisição da construção da personalidade e através de informações estatísticas que aprende a tomar decisões.
2 A ESTATÍSTICA VILÃ OU HEROINA
Para muitos alunos a estatística é vista como uma grande vilã por terem dificuldade em resolver o cálcula, mas este grande problema atribui-se a matemática na deficiência que se apresenta nas quatro operações o aluno por motivo de vergonha não buscou esclarecimento com o professor ou não foi atendido no momento em que buscou ajuda optando por ser um aluno aterrorizado pela a matemática interferindo para o entendimento dos conceitos estatísticos.
Não sanada esta dificuldade o aluno chega à idade adulta usando calculadora para todo o que for fazer, no ensino superior opta fazer uma área na faculdade onde não encontre a matemática nas disciplinas nem uma fórmula e cálculo.
Mas estudar estatística não é totalmente penoso ter um bom raciocínio estatístico pode contribuir no ensino da matemática: Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais:
“Ensinar matemática nas séries iniciais do ensino fundamental (1ª a 4ª séries) deve-se despertar na criança o espírito de investigação e organização de dados buscando desenvolver habilidades de leitura e interpretação de informações já organizadas em gráficos e tabelas, de coleta e organização de informações em tabelas e gráficos e de produção de textos para a sua interpretação. De 5ª a 8ª no tratamento da informação a análise de gráficos e tabelas fica mais apurada, levando os alunos a fazer previsões e estabelecer relações entre acontecimentos.
A partir do momento que aprendemos e entendemos os conceitos estatísticos passamos a ler melhor o mundo, até na interpretação da previsão do tempo em um jornal torna-se simples a linguagem das figuras, números, cores e gráficos. Interpretamos melhor a medida da receita do bolo, Compreendemos a posologia do remédio ou o que um palestrante de economia diz. Fazemos as compras de forma consciente sabemos o que estamos comprando e quanto vamos gastar aprender estatística amplia nossos horizontes, aumenta nosso ego em saber que não somos mais o patinho feio da história.
3 COMO ENSINAR ESTATÍSTICA
Como já falado a estatística sempre foi o temor para muitos alunos a creditando que o problema esteja na forma de que se ensina estatística: Nos dias de hoje com a disponibilidade de computadores e programas computacionais, que permitem uma interatividade muito maior, nas salas de aula fazendo experiências práticas, brincadeiras tornando aprendizagem dinâmica, fugindo do antiquado método folhas, livros sentados na cadeira esperando que algum colega faça uma pergunta que seja a mesma você tem dúvida mas que não teve coragem de perguntar.
No ensino superior carência de recursos para a educação ainda está presente impedir de abandonar totalmente o método tradicional, mas não nos impede de agregar a ele outras metodologias que tornem mais simples e rápido o aprendizado de muitos conceitos.
4 CONCLUSÃO
Como vimos estatística não é tão ruim podemos perceber que podemos tirar proveito de uma disciplina tão complexa, ela ocupa um lugar de grande importância no currículo escolar destaca-se por não ser mais uma matéria em nossos cadernos a estatística é realmente uma preparação para a vida.
Se de alguma forma poderemos aprender estatística de uma forma mais simples ou divertida não teremos tantas desistências escolar ou alunos insatisfeito consigo por sentirem-se inúteis em não saber calcular algo que a base e as quatro operações e interpretação de texto.
Estatística no cotidiano escolar só tem a somar na formação de alunos sejam eles adultos ou crianças deve-se incluir estatística cada vez mais cedo para o aluno ir se adaptando e se entrosando com esta disciplina que realmente e uma formação para vida.

 5 REFERÊNCIA
 Disponível em: http://www.google.com.br/EM:RESUMO EPEM. Acesso em: 17 de Out.2009
Disponível em:http://www.alb.com.br/anais16/sem15dpf/sm15ss01_01.pdf Acesso em: 16 de Out.2009




quinta-feira, 20 de março de 2014

Palavras não Ditas


Sei que nem sempre as coisas são como gostariamos que fossem.
As vezes acontecem certas coisas inusitadas em nossas vidas...
Mesmo que protejamos a bolha do amor, o destino encontra vazamentos.
E nos deixa totalmente sem chão de encarar o que não queremos atender.
Tua queres falar...               Eu quero ouvir....
Eu quero sonhar...              Tu queres sentir...
Queremos amar...                 Sem precisar fingir...
Não importa como ou quando, o que importa é o que será dito.
Mesmos que tais palavras me sobrecarregue de conflito.


domingo, 10 de novembro de 2013

Oficina de Meio Ambiente



Aparentemente é uma missão fácil, já que ele vem ganhando cada vez mais espaço em nosso dia a dia. No entanto, só faz sentido abordá-lo se houver a intenção de se criar a consciência de sua conservação fazer o aluno perceber que ele também faz parte do meio ambiente, desmistificando a cultura de que o ser humano é o ser superior sobre todos os seres e formas vivas da terra.

Trabalhar com projetos de aprendizagem abre na sala de aula um espaço para se desenvolver discussões mais amplas, pesquisas e experiências concretas, no momento em que o aluno planta ou faz a separação do lixo abre um link de aproximação filosoficamente falando, a criatura e o seu criador tendo a visão de que  somos como uma rede e cada é necessário no planeta em que vivemos. Estimulando a conjugar menos o verbo “EU”  substituindo para o “NÓS” .Favorecendo o aprendizado, dando a oportunidade de deixar o aluno ciente dos problemas e necessidades do mundo.

SARA SARAU ESCOLA RBD


Entendendo o que é Letramento


Designa-se por letramento o resultado da ação de ensinar a ler e escrever. É o estado ou a condição que adquire um grupo social ou um indivíduo como conseqüência de ter-se apropriado da escrita. Surge um novo sentido para o adjetivo letrado, agora passa a caracterizar o indivíduo que domina a leitura, ou seja, que não só sabe ler e escrever mas também faz uso competente e freqüente da leitura e da escrita. Fala-se no letramento como ampliação do sentido de alfabetização e como prática social que favorece aos sujeitos interpretar os discursos veiculados socialmente. Fazendo com isso que o aluno  possa fazer uma leitura mais eficaz do mundo oportunizando que ele se  comunique claramente facilitando a interpretação de sua mensagem. Mesmo que não interprete todas as questões do mundo mas se ele conseguir interpretar o seu mundo terá chances de ser bem sucedido nas suas interelações